Balanço pós-Dia do Consumidor confirma a consolidação dos aplicativos de entrega no orçamento familiar e destaca a busca por conveniência, personalização e agilidade no mercado gastronômico nacional

Por Redação

Campina Grande, PB – 02/11/2026

O Dia do Consumidor ficou para trás, mas os dados e comportamentos consolidados durante a data reforçam uma transformação profunda e contínua no mercado brasileiro: o delivery deixou de ser um luxo de fim de semana ou uma solução de emergência para se transformar no pilar central da rotina alimentar do país. Impulsionada pela evolução da tecnologia de entregas, expansão das opções gastronômicas e mudanças socioculturais, a relação entre consumidores e alimentação foi definitivamente redefinida. Hoje, a busca por praticidade, personalização da dieta e agilidade no atendimento dita o ritmo de um setor que se adaptou para atender a um cliente cada vez mais exigente, conectado e focado na otimização do seu tempo diário.

Essa transição alterou a dinâmica das cozinhas brasileiras, o planejamento financeiro das famílias e a própria estrutura do setor de bares e restaurantes. Neste ano, o mercado de delivery entrou com mais maturidade e com novos desafios estruturais pela frente.

Do consumo ocasional à rotina alimentar

O delivery de alimentos passou por mudanças significativas no Brasil nos últimos anos. Antes associado principalmente a momentos de lazer, descanso e comemorações, como pedir uma pizza no domingo ou um lanche na sexta-feira à noite, o serviço passou a fazer parte da alimentação cotidiana de muitos brasileiros.

A praticidade dos aplicativos, a rotina acelerada e a expansão do trabalho remoto contribuíram para essa transformação. Atualmente, as entregas atendem a diferentes necessidades, desde o almoço durante o expediente até o café da manhã e as refeições preparadas para toda a semana.

Os fatores que transformaram os hábitos alimentares

A expansão do delivery está relacionada a diferentes aspectos que influenciam as escolhas dos consumidores e a organização do setor de alimentação.

1. Praticidade e economia de tempo

A possibilidade de receber refeições em casa ou no trabalho tornou-se uma alternativa para quem busca conciliar alimentação e compromissos diários.

Com os aplicativos, etapas como planejar o cardápio, comprar ingredientes, preparar os alimentos e organizar a cozinha podem ser substituídas pela escolha de uma refeição pronta. Nos grandes centros urbanos, essa facilidade também ajuda a otimizar os intervalos durante a jornada de trabalho.

2. Mais variedade e opções de alimentação saudável

O cardápio disponível nos serviços de entrega deixou de se concentrar apenas em pizzas, hambúrgueres e lanches rápidos. A oferta passou a incluir refeições caseiras, marmitas saudáveis, pratos vegetarianos e veganos, alimentos sem glúten e opções da culinária internacional.

Essa diversificação ampliou as possibilidades de escolha dos consumidores, permitindo que diferentes preferências e necessidades alimentares sejam atendidas sem a necessidade de preparar os pratos em casa.

3. Assinaturas, descontos e fidelização dos consumidores

Os programas de benefícios também contribuíram para consolidar o delivery no cotidiano. Cupons de desconto, planos com frete reduzido ou gratuito e outras vantagens incentivam a utilização frequente das plataformas.

Além dos restaurantes, muitos aplicativos ampliaram os serviços para incluir supermercados e farmácias. A possibilidade de solicitar produtos para reposição rápida concentra diferentes necessidades em um único ambiente digital, favorecendo a fidelização dos usuários.

4. Mudanças na estrutura dos restaurantes

A expansão das entregas também modificou a organização dos estabelecimentos do setor alimentício. Um exemplo são as dark kitchens, cozinhas estruturadas exclusivamente para preparar pedidos destinados à entrega, sem salão para receber clientes.

Os restaurantes tradicionais, por sua vez, precisaram adaptar embalagens, processos de produção e prazos de preparo para preservar a qualidade dos alimentos durante o transporte. Essas mudanças acompanham um mercado em que a experiência do consumidor também depende do que acontece fora do estabelecimento.

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Benefícios e desafios do consumo por aplicativos

A popularização do delivery oferece vantagens, mas também levanta questões relacionadas à alimentação, ao orçamento doméstico e às condições de trabalho.

Alimentação e saúde

A variedade de refeições disponíveis facilita o acesso a pratos equilibrados e a opções que atendem a determinadas restrições alimentares. Por outro lado, a frequência dos pedidos pode favorecer o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e de preparações com altos teores de sódio, açúcar e gorduras, dependendo das escolhas realizadas.

Por isso, observar a composição dos pratos e manter uma alimentação variada são medidas importantes para aproveitar a praticidade das entregas sem deixar a qualidade nutricional em segundo plano.

Organização financeira

Cupons, promoções e refeições prontas podem ajudar no planejamento das despesas, especialmente quando os pedidos são feitos de maneira organizada. Entretanto, pequenas compras recorrentes podem passar despercebidas e representar um gasto expressivo ao final do mês.

Acompanhar os valores pagos, comparar preços e estabelecer um limite para os pedidos são estratégias que ajudam a manter o consumo dentro do orçamento.

Trabalho e oportunidades econômicas

O crescimento do setor abriu oportunidades de renda para entregadores, restaurantes e pequenos empreendedores, além de ampliar o alcance comercial de estabelecimentos que passaram a atender clientes de diferentes regiões.

Ao mesmo tempo, a expansão das plataformas digitais mantém em evidência debates sobre remuneração, taxas cobradas dos estabelecimentos, proteção social e direitos trabalhistas dos profissionais responsáveis pelas entregas.

Um novo cenário para a alimentação

Seja pela falta de tempo, pela diversidade de opções ou pela comodidade de receber refeições em casa, o delivery conquistou espaço nos hábitos alimentares dos brasileiros. O serviço deixou de ser utilizado apenas em ocasiões específicas e passou a integrar a organização das refeições de muitas pessoas.

Essa mudança também redefiniu a relação entre restaurantes e consumidores, aproximando o ambiente comercial da rotina doméstica. Nesse cenário, o desafio é conciliar conveniência, qualidade alimentar, planejamento financeiro e condições de trabalho adequadas em um mercado cada vez mais presente no dia a dia.

A Evolução do Hábit: Da Comida Rápida à Gastronomia do Dia a Dia

Historicamente associado às pizzas e aos lanches rápidos nas noites de sexta-feira ou aos domingos, o delivery passou por uma aceleração sem precedentes. O cenário atual mostra que o hábito de pedir comida em casa ou no ambiente de trabalho foi integrado de forma orgânica à rotina da população.

Se no passado a decisão de pedir um prato por aplicativo estava vinculada exclusivamente ao descanso ou à falta de tempo para cozinhar, atualmente ela atende a demandas variadas:

  • Alimentação saudável e cotidiana: Marmitas executivas fit, saladas personalizadas, opções vegetarianas e marmitas de comida caseira ganharam espaço cativo no horário do almoço corporativo e home office.
  • Experiências gastronômicas no lar: Restaurantes de alta gastronomia, culinária oriental e estabelecimentos especializados adaptaram suas embalagens para garantir que pratos elaborados cheguem com a mesma qualidade do salão.
  • Diversificação de horários: O crescimento dos pedidos nos períodos de café da manhã, lanche da tarde e madrugada demonstra que a disponibilidade contínua de serviços remodelou o relógio biológico e alimentar das cidades.

O Novo Perfil do Consumidor: Exigência, Tecnologia e Valor

O recente movimento de mercado observado no Dia do Consumidor evidenciou que o cliente brasileiro aprendeu a avaliar criticamente os serviços de entrega. A escolha de um restaurante no aplicativo vai além do preço do prato; envolve uma equação complexa de valor agregado:

  1. Tempo de Entrega e Logística: A pontualidade e o rastreamento em tempo real deixaram de ser diferenciais para se tornarem requisitos básicos de satisfação.
  2. Qualidade e Integridade da Embalagem: Embalagens térmicas, sustentáveis e à prova de vazamentos são fatores determinantes para a fidelização do cliente.
  3. Custo-Benefício e Programas de Fidelidade: Com a inflação de alimentos e a busca por economia, o consumidor tornou-se especialista em comparar taxas de entrega, aproveitar cupons promocionais e utilizar assinaturas de frete grátis oferecidas pelas plataformas.
Créditos: Imagem de pch.vector no Magnific

Impactos no Setor de Alimentação e Desafios Futuros

Para os bares, restaurantes e cozinhas exclusivas para entrega (dark kitchens), essa mudança radical na jornada do consumidor exigiu reestruturações operacionais severas. O atendimento presencial e o digital agora caminham lado a lado, exigindo investimentos contínuos em tecnologia, gestão de estoque e qualificação da mão de obra logística.

O panorama deixado pelas comemorações e promoções do Dia do Consumidor confirma que o ecossistema de delivery no Brasil atingiu a maturidade. Não se trata apenas de conveniência, mas de uma reconfiguração cultural da forma como a sociedade se conecta com a gastronomia, transformando a tela do smartphone na principal mesa de jantar do país.

Com a expansão tecnológica, nos últimos anos o delivery deixou de ser uma conveniência, para se tornar algo indispensável na vida dos brasileiros. O ato de pedir comida, até pouco tempo era visto como um recurso eventual, ao qual ocorriam em datas específicas, em momentos de não querer cozinhar ou pela falta de tempo da correria do dia. Com a aceleração da digitalização das atividades cotidianas que somadas às transformações do setor de alimentos, fez com que mudasse drasticamente os hábitos de consumo das pessoas.

Hoje a entrega da comida não é um diferencial, é uma exigência e a forma como é feito dita a relação entre cliente e estabelecimento; isso porque o cliente valoriza muito a agilidade e cuidado com a entrega, além de poder acompanhar e pagar tudo com praticidade e segurança. Essa dinâmica não impacta apenas o comportamento do consumidor, mas também os negócios alimentícios.

Mas para isso, os estabelecimentos devem estar preparados para que os clientes possam ter uma experiência positiva, caso contrário a imagem da marca pode ser comprometida. Durante a pandemia, dados do setor mostraram um salto de 155% no número de usuários de março a abril de 2019, quando o estimado para o período era de 30%. O crescimento de pedidos também acompanhou o crescimento de usuários, atingindo expressivos 975% de aumento.

O Brasil consolidou sua liderança absoluta no mercado de delivery na América Latina, concentrando 48,77% das movimentações do setor em 2020. Entre o segundo semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021, 54,8% dos brasileiros pediram comidas por aplicativos, em comparação com o ano de 2019, que esse percentual foi apenas de 30,4%. O resultado deixa o país bem à frente de vizinhos como México e Argentina, que registraram 27,07% e 11,85% do volume regional, respectivamente.

Os dados são de um mapeamento da Statista, plataforma especializada em estatísticas de mercado e hábitos de consumo. A pesquisa indicou naquele ano uma forte expansão do serviço que não deveria frear tão cedo: a estimativa global apontava para um faturamento recorde de cerca de US$ 6,3 trilhões até o encerramento do ciclo seguinte.

O setor de entregas no Brasil passou por uma transformação profunda. O que antes era visto apenas como uma conveniência pontual ou uma simples experimentação transformou-se em um pilar central do estilo de vida contemporâneo, impulsionado decisivamente pelo isolamento social adotado durante a pandemia da Covid-19. Nesse período, nove em cada dez brasileiros relataram mudanças drásticas em suas rotinas diárias, acompanhadas por maior ansiedade, solidão e preocupação acrescida com a saúde física, mental e alimentar.

Essa mudança comportamental refletiu-se diretamente no comércio eletrônico. No ano de 2020, o e-commerce nacional cresceu 41%, enquanto os marketplaces registraram uma alta de 52%, passando a responder por 84% de todas as vendas online do país. Nesse cenário de acelerada digitalização, o delivery emergiu como a principal solução pragmática para a gestão do tempo e o abastecimento domiciliar, impulsionando a adesão de novos usuários, a frequência dos pedidos e a migração de estabelecimentos comerciais para os ambientes virtuais.

A jornada do consumidor revelou um perfil estruturalmente multicanal. Embora as opções de contato direto sejam utilizadas — como os aplicativos próprios dos estabelecimentos (28%) e o atendimento via WhatsApp (20%) —, a preferência majoritária recai sobre as plataformas consolidadas de delivery, escolhidas por 46% dos consumidores. Entre os atributos mais valorizados nessas plataformas destacam-se a garantia de integridade do produto (58%), a oferta de cupons de desconto (51%), protocolos rigorosos de biossegurança (46%), preços competitivos (45%) e a usabilidade intuitiva do aplicativo (44%).

À medida que o hábito se consolida e a frequência de compra migra de usuários eventuais (light) para recorrentes (heavy e super heavy), observa-se um ganho progressivo de confiança na experiência digital. Consumidores frequentes mostram-se significativamente mais abertos a aceitar sugestões de pratos geradas por algoritmos com base em seu histórico de navegação e demonstram maior receptividade às campanhas publicitárias das próprias plataformas.

Ao buscarem restaurantes na interface, o comportamento do público divide-se principalmente entre aqueles que navegam pela satisfação de um desejo imediato (37%) e os que direcionam sua atenção prioritariamente para as abas de promoções e cupons do dia (32%). Na decisão final pela loja, fatores como taxa de entrega grátis (65%), histórico prévio de pedidos satisfatórios (60%), avaliações positivas de outros clientes (55%) e fotos nítidas dos pratos no cardápio (55%) figuram como determinantes.

No segmento de alimentação (food delivery), o jantar desponta como o horário de maior volume de solicitações, tanto em dias úteis quanto aos finais de semana. O cardápio preferido dos brasileiros reflete a busca contínua por equilíbrio entre a praticidade e o conforto: o fast food lidera a preferência com 72%, seguido pela culinária brasileira tradicional (49%), marmitas (34%), culinária italiana (29%) e comida japonesa (27%). Essa busca pela refeição entregue em casa serviu também como suporte emocional durante momentos críticos de incerteza, com 30% dos consumidores admitindo recorrer à alimentação como forma de bem-estar momentâneo.

Além disso, a maturidade desse ecossistema logístico impulsionou novas arquiteturas de negócios no setor gastronômico e varejista. Modelos operacionais como Cloud Kitchens (cozinhas compartilhadas voltadas exclusivamente para a produção de entregas), Take Away (retirada no local), Grab & Go (refeições prontas para consumo imediato) e Honest Markets (lojas de conveniência autônomas baseadas na confiança) ganharam escala e espaço nas grandes metrópoles.

Paralelamente à busca por eficiência e tecnologia, o consumidor brasileiro passou a exigir compromisso ético e responsabilidade socioambiental por parte das empresas. Nove em cada dez usuários afirmam valorizar marcas que adotam práticas sustentáveis. Entre os aspectos mais positivamente avaliados estão as políticas de apoio e bem-estar destinadas aos entregadores parceiros, o uso prioritário de embalagens recicláveis ou biodegradáveis e a redução do excesso de resíduos plásticos e de empacotamento.

Da mesma forma, a segurança operacional segue indispensável: 75% dos clientes consideram fundamental o rastreamento em tempo real do pedido e 46% exigem a identificação prévia do entregador para garantir tranquilidade no momento da entrega.

O cenário pós-pandêmico consolida o delivery como um serviço irreversível na rotina nacional: cerca de 80% dos usuários afirmam a intenção de continuar utilizando o serviço com regularidade, abrindo espaço para que marcas e plataformas expandem suas operações além da simples entrega, conectando inovação tecnológica, logística eficiente e responsabilidade social.

Na hora de abrir o aplicativo de entregas, o comportamento do consumidor brasileiro divide-se claramente em duas jornadas principais: enquanto 37% dos usuários navegam pela plataforma movidos pelo desejo imediato de satisfazer uma vontade específica no momento, outros 32% vãos direto ao ponto, acessando primeiro a aba de ofertas e cupons de desconto do dia.

Quando chega o momento decisivo de escolher em qual restaurante fazer o pedido, os critérios econômicos e a confiança prévia pesam mais na balança. A isenção da taxa de entrega lidera as exigências, sendo determinante para 65% dos clientes. Em seguida, a familiaridade ganha destaque: 60% dão preferência a estabelecimentos onde já pediram anteriormente.

A reputação e a apresentação visual também desempenham papel crucial, empatadas em 55% da preferência — dividida entre a busca por locais bem avaliados por outros usuários e cardápios que exibem fotos reais e atraentes dos pratos. Por fim, a proximidade física do restaurante com o endereço de entrega é decisiva para 41% dos consumidores.

Créditos: Imagem de magnific

De acordo com o Relatório para Restaurantes de 2024, publicado pelo Ifood, mostrou que seu impacto na economia nacional foi de 100 milhões de pedidos realizados na plataforma apenas em agosto de 2024. E em 2025, a plataforma possuía cerca de 55 milhões de clientes ativos. Além de possuir 909 mil postos de trabalhos diretos e indiretos, o que gerou uma quantia de R$ 110,7 bilhões em atividade econômica, representando para a economia brasileira, 0.55% do PIB do país.

O delivery de alimentos já alcança mais de 80% das pessoas de até 50 anos que vivem em áreas urbanas, segundo dados da Kantar IBOPE Media. O estudo A transformação do delivery, divulgado pela Globo, também revela que o hábito de fazer pedidos em casa vai além das refeições: 86% dos entrevistados já utilizaram o serviço para comprar comida, enquanto 57% pediram produtos de farmácia e 46% recorreram à entrega de itens de supermercado.

Apesar da popularidade do serviço, a frequência de uso varia entre os consumidores. Cerca de 48% fazem, no máximo, um pedido por mês. Outros 30% pedem com uma frequência que vai de duas vezes por mês a uma vez por semana. Já 19% utilizam o delivery de duas a quatro vezes por semana, enquanto uma parcela menor, de 3%, faz cinco ou mais pedidos semanalmente.

Quando o assunto é selecionar em qual aplicativo fazer o pedido, a previsibilidade e a sensação de vantagem financeira ditam as regras do consumidor. A garantia de que o produto vai chegar exatamente como o anunciado, mantendo a integridade e a qualidade esperada, é o requisito prioritário para 58% dos usuários.

Logo em seguida, o apelo promocional mostra a sua força: a disponibilidade de um cupom de desconto no exato momento da compra define a escolha de 51% das pessoas, enquanto 45% priorizam plataformas que transmitem a percepção geral de oferecer os preços mais competitivos do mercado. Correndo lado a lado com a economia, a experiência digital também se revela indispensável, com 44% dos clientes destacando a usabilidade simples, ágil e intuitiva do aplicativo como fator decisivo para a sua escolha.

Dados recentes publicados pela Globo destacam o poder de conexão da publicidade no setor de entregas, mostrando como o anúncio certo molda o comportamento do consumidor:

  • Estímulo imediato: Quase metade dos usuários (41%) sente vontade de fazer um pedido logo após interagir com a publicidade do aplicativo que já utiliza.
  • Despertar de interesse: A propaganda também atrai novos olhares — 49% das pessoas afirmam ficar curiosas para conhecer melhor uma plataforma ao verem seus anúncios.
  • Credibilidade da marca: A reputação pesa na escolha final: para 69% dos consumidores, as marcas de delivery mais reconhecidas no mercado transmitem maior segurança e confiança.

Fontes:

  • GLOBO GENTE. Delivery, a tendência que virou realidade: Da experimentação a um estilo de vida, os brasileiros adotaram o modelo de entrega. Pesquisa “A transformação do delivery” (Industry Insights – Telecom, Plataformas e Serviços de Educação), 6 de julho de 2021. Realização: Rafael Garey e Marina Vita. Edição: Luiza Lourenço e Danielle Vilhena.
  • EBIT / NIELSEN. Webshoppers 43: Relatório sobre a evolução do e-commerce e marketplaces no Brasil, 2021.
  • Negócios SC

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